Geezer Butler participa de resgate de 1.500 beagles em fazenda alvo de denúncias nos Estados Unidos
Baixista do Black Sabbath acompanhou operação em Wisconsin ao lado da cantora Debbie Gibson
Crédito foto: Beagle Freedom Project
Adaptado via Louder Sound
O baixista do Black Sabbath, Geezer Butler, participou de uma operação de resgate de 1.500 beagles em Wisconsin, nos Estados Unidos, após uma fazenda de criação de cães utilizada para pesquisas médicas concordar em encerrar as atividades ligadas à venda de animais para testes laboratoriais.
Butler esteve presente na retirada inicial de cerca de 500 cães da Ridglan Farms, instalação localizada na cidade de Blue Mounds e alvo de denúncias de maus-tratos e crueldade animal feitas por ativistas e organizações de proteção aos animais. A ação também contou com a presença da cantora Debbie Gibson.
Em comunicado divulgado pelas organizações envolvidas no resgate, Geezer comentou o impacto emocional da operação:
“Amei animais a vida inteira, e ver esses cães finalmente tendo uma chance de liberdade e lares amorosos é profundamente emocionante. Este resgate representa compaixão em ação e um reconhecimento crescente de que podemos buscar ciência melhor sem sofrimento animal.”
A operação foi liderada pelo Center for a Humane Economy, entidade da qual Butler atua como porta-voz. Também participaram do resgate organizações como Beagle Freedom Project, Wisconsin Puppy Mill Project, Dane County Humane Society e Wisconsin Federated Humane Societies.
Debbie Gibson também comentou a ação e destacou o esforço coletivo envolvido no processo:
“Embora ainda exista um longo caminho para esses animais, o mundo deles está prestes a mudar graças aos esforços incansáveis de todos que lutaram por esses beagles.”
O caso envolvendo a Ridglan Farms ganhou repercussão nacional nos últimos meses. Em abril, centenas de ativistas tentaram retirar animais do local à força durante um protesto, mas a polícia utilizou spray de pimenta, gás lacrimogêneo e balas de borracha para dispersar a manifestação. Ao menos 27 pessoas foram presas na ocasião.
A fazenda negou repetidamente as acusações de abuso e afirmou que “nenhuma evidência confiável de maus-tratos ou negligência foi comprovada”. Ainda assim, concordou em liberar os 1.500 cães como parte de um acordo para evitar processos relacionados ao tratamento dos animais.









