Rock in Rio revela bastidores da montagem da Cidade do Rock a menos de 50 dias do festival

Festival detalha a estrutura da edição de 2026, apresenta novidades dos palcos e amplia ações de sustentabilidade na reta final para a abertura dos portões

Créditos foto: Divulgação

via Rock in RIo


Cada nova estrutura construída na Cidade do Rock acelera um pouco mais a contagem regressiva para o Rock in Rio 2026. Enquanto os palcos e os demais espaços ganham forma, o festival reuniu bastidores e curiosidades que ajudam a mensurar a grandiosidade da operação por trás de cada detalhe desta edição, que contará com 190 shows, mais de 1.300 artistas – sendo 45 atrações internacionais –, impacto econômico estimado pela FGV de R$ 3,36 bilhões e 33,9 mil postos de trabalho gerados pelo festival. O ritmo seguirá acelerado até 4 de setembro, quando os portões se abrirão pela primeira vez e o público encontrará o festival completamente preparado para receber nomes como Foo Fighters, Avenged Sevenfold, Calvin Harris, Elton John, Stray Kids, Maroon 5 e Twenty One Pilots, além de experiências inéditas e emocionantes que prometem criar memórias inesquecíveis.

 

Em uma área total de 385 mil m², equivalente a 54 gramados do Maracanã, que engloba todo espaço ocupado pelo público, o Rock in Rio conta em sua estrutura com 90 mil m² de grama sintética, 65,85 toneladas de cenografia dos palcos, 5.136,50 m² de painéis de LED e impressionantes 120 quilômetros de fios elétricos, o suficiente para dar 16 voltas na Lagoa Rodrigo de Freitas. Para garantir conforto, o festival contará com 1.314 banheiros, além de 168 bebedouros. 

 

Um dos primeiros espaços a chamar atenção durante a montagem é o novo Palco Mundo, que chega à edição de 2026 com uma cenografia completamente inédita. Pela primeira vez na história do festival, toda a estrutura frontal do palco será revestida por painéis de LED de altíssima definição, transformando o espaço em um único e gigantesco painel visual capaz de se reinventar a cada apresentação. Com 107 metros de largura, 27,5 metros de altura, 24 metros de boca de cena, 16,85 toneladas de cenografia, cerca de 2.400 m² de LED, 3,2 milhões watts de potência sonora e 200 amplificadores, o palco será novamente o coração da Cidade do Rock, recebendo alguns dos maiores artistas nacionais e internacionais desta edição.

 

Outro espaço que vai contar com mudanças estruturais icônicas é o New Dance Order, a maior pista de dança da Cidade do Rock. Com um projeto cenográfico totalmente renovado, o palco terá 56,5 metros de largura, 22,5 metros de altura, 502 m² de painéis de LED, 2 metros de altura da plataforma, 12 dançarinos e 6,4 toneladas de cenografia, criando uma experiência ainda mais imersiva para os fãs da música eletrônica. A proposta artística une tecnologia, luz e movimento em uma estrutura monumental que reforça o espaço como um dos grandes pontos de encontro do festival.

 

Outros palcos também revelam a grandiosidade da operação. O Palco Sunset contará com 93 metros de largura, 27,5 metros de altura, 24 metros de boca de cena – o mesmo tamanho do Palco Mundo, cenografia de 18 toneladas e 341 m² de painéis de LED, reforçando o protagonismo do espaço dedicado aos encontros musicais. O Supernova terá 30 metros de largura e 11,85 metros de altura. Ao todo, serão 2,2 toneladas de cenografia, compostas por 51 m² de painéis de LED e mais de 60 engrenagens, sendo que 35% das peças foram garimpadas em ferros-velhos e outros 15% são feitos de materiais reutilizados.

 

Já o palco do Global Village contará com 31,7 metros de largura, 14,85 metros de altura, área total de 6 mil metros quadrados, 20 dançarinos em apresentações diárias, 7,4 toneladas de cenografia e 38,5 m² de painéis de LED. Com uma proposta totalmente imersiva, o Global Village convida o público a embarcar em uma viagem por diferentes países, em um cenário inspirado em arquiteturas icônicas espalhadas pelo mundo. Na mesma linha de grandes estruturas cenográficas, o Espaço Favela tem 75 metros de largura, 12,85 metros de altura, 38,5 m² de LED, 60 casinhas na composição da cenografia, que também possui 15 toneladas, 38 dançarinos em apresentações diárias no encerramento do palco com o Baile de Favela.

Enquanto os palcos avançam na montagem, outras experiências exclusivas também começam a ocupar seus lugares na Cidade do Rock. Entre elas está o ECCO, um dos novos projetos da Fábrica de Sonhos do Rock in Rio, que levará o público a uma jornada sensorial inédita. Em uma arena especialmente concebida para a experiência, a atração reunirá luz, tecnologia, projeções, áudio imersivo, coreografias, figurinos tecnológicos e efeitos visuais em cinco apresentações diárias, cada uma com 20 minutos de duração e capacidade para receber até 1.000 pessoas por sessão. Entre os destaques estão os figurinos desenvolvidos com a tecnologia PixelWear, que utiliza mais de 1.500 pixels de LED controlados individualmente, além do NewDress, que incorpora 1.000 metros de fibra óptica iluminados por LED, criando um espetáculo que vai muito além da música.

 

Ao lado do Palco Mundo, já é possível observar todo o contorno da Área Vip. Com ambiente coberto, climatizado e uma ampla varanda, o espaço oferece conforto ao longo de toda sua extensão e uma vista privilegiada para o Palco Mundo, permitindo acompanhar os shows com mais comodidade. Nesta edição, a experiência gastronômica exclusiva assinada pela chef Heaven Delhaye by GSH, que estará pela primeira vez à frente da Área Vip, é acompanhada por um open bar premium, com 110 metros de bares distribuídos entre as áreas interna e externa, além de mais de 95 metros dedicados aos buffets. A estrutura se espalha por mais de 4.500 metros quadrados de varanda, em diferentes níveis que favorecem a visibilidade tanto do Palco Mundo quanto do Palco Sunset. 

 

No gramado, outra estrutura que ganha forma é a Gourmet Square, espaço dedicado à alta gastronomia dentro da Cidade do Rock. Nesta edição, a área contará novamente com uma curadoria assinada pelo chef Pedro Siqueira, reconhecido entre os 100 melhores pizzaiolos do mundo pelo The Best Pizza Awards 2025, que levará ao festival a gastronomia do Sìsì em um dos restaurantes do espaço. Pensada para oferecer conforto entre um show e outro, a Gourmet Square será mais uma opção para quem deseja viver uma experiência completa durante os sete dias de festival.

 

E, para garantir que cada hora de funcionamento da Cidade do Rock seja repleta de diversão, o festival também avança na montagem de alguns dos espaços mais disputados do evento, que compõem o parque de diversões a céu aberto. Nesta edição, o público voltará a encontrar cinco brinquedos gigantes espalhados pelo festival — Roda Gigante, Mega Download, Discovery, Tirolesa e Montanha Russa —, atrações que, ao lado dos shows e das experiências, ajudam a transformar a visita à Cidade do Rock em um dia completo de entretenimento.

 

A menos de 50 dias da abertura dos portões, a montagem segue avançando diariamente e revela apenas uma parte da grandiosidade da operação que dá vida ao Rock in Rio. Nas próximas semanas, novas estruturas começarão a ganhar seus contornos definitivos até que, em setembro, a Cidade do Rock esteja completamente pronta para receber milhares de pessoas em sete dias de celebração, encontros inesquecíveis e experiências que só o maior festival de música e entretenimento do mundo é capaz de proporcionar.

 

Rock in Rio e AXIA Energia descarbonizam 100% da experiência do festival, indo além da Cidade do Rock em iniciativa que utilizará plantio de mudas e sementes, créditos de carbono e energia renovável

 

Rock in Rio Brasil e AXIA Energia anunciam que a descarbonização do maior festival de música e entretenimento do mundo vai para além da Cidade do Rock. Isso representa uma ampliação do trabalho pioneiro do festival, que desde 2006 compensa 100% das emissões de carbono geradas dentro da Cidade do Rock. A partir da parceria com a AXIA Energia, a edição de 2026 vai além e incluirá o deslocamento de todas as pessoas que passarem pela Cidade do Rock, garantindo a compensação de 100% da experiência do festival, cobrindo a ampla jornada do fã, desde que ele sai de casa até o seu retorno, e garantindo assim que todos possam viver o melhor Rock in Rio de todos. Com base em dados de 2024, a estimativa envolve compensar cerca de 50 mil toneladas de CO₂, que equivale a retirar 18.826 carros a combustível fóssil de circulação por ano no Brasil. 

 

A estimativa de emissão de CO2 do festival será integralmente compensada pela AXIA Energia por meio do plantio de mudas e sementes, créditos de carbono e certificados de energia renovável. A doação de 15 mil mudas ajudará a compensar o equivalente a 6.328 tCO2e. Os 43.672 tCO2e restantes, provenientes do consumo de aproximadamente 4 mil MWh de consumo de energia, serão compensados com créditos de carbono e certificados de energia renovável (RECFY). Adicionalmente doaremos mais de 1 milhão de sementes, o que representa a captura potencial de 428 mil toneladas de carbono da atmosfera. Pela doação de mudas e sementes será possível reflorestar cerca de 900 hectares, área equivalente a 900 campos de futebol. 

 

Para garantir a neutralização total do festival, o público, incluindo fornecedores e funcionários, contribuirá para o mapeamento das emissões relacionadas à mobilidade, por meio de informações relacionadas ao seu deslocamento, o que permitirá um cálculo mais preciso do impacto gerado. Durante o evento, uma equipe de apoio dedicada fará essa coleta por meio de questionários aplicados ao público. Ao final dos sete dias de festival, os dados serão consolidados e validados para assegurar a compensação integral das emissões. 

 

“Em 1985, o Rock in Rio já nasceu com a vocação de ser mais do que um festival de música e entretenimento, mobilizando pessoas, provocando encontros e atuando como uma plataforma de transformação. Em 2001, esse propósito ganhou ainda mais força com o ‘Por Um Mundo Melhor’, que passou a orientar o impacto que buscamos gerar dentro e fora da Cidade do Rock. Em 2006, quando o Rock in Rio se tornou o primeiro grande festival do mundo a neutralizar as emissões geradas dentro da Cidade do Rock, esse compromisso se tornou ainda mais presente nas decisões e na construção de cada edição”, avalia Roberta Medina, vice-presidente executiva da Rock World. 

 

A executiva destaca também que, em 2026, esse posicionamento extrapola os portões do festival. “Quando falamos sobre descarbonizar o deslocamento do público, estamos falando sobre assumir responsabilidade por toda a jornada, porque a experiência do festival começa muito antes dos portões abrirem e continua mesmo depois que a música termina. Ter um parceiro como a AXIA Energia é importante porque nos ajuda a ampliar nosso impacto real, com ações concretas e mensuráveis, mostrando que é possível realizar um evento dessa dimensão de forma cada vez mais consciente”, completa.

 

Para viabilizar a iniciativa, nessa parceria será utilizado um portfólio de ativos ambientais próprios da AXIA, com rastreabilidade, credibilidade internacional e alinhamento às melhores práticas de mercado. A estratégia terá três frentes complementares: plantio de mudas e sementes de espécies brasileiras, créditos de carbono e energia renovável certificada. 

 

“Na AXIA acreditamos que entretenimento e grandes eventos têm um enorme poder de mobilização e influência. A nossa energia já está ali, conectando negócios, pessoas, música e histórias. Com essa visão, queremos apoiar projetos que proporcionam experiências memoráveis e, ao mesmo tempo, deixam um legado concreto e mensurável”, afirma Leandra Peres, diretora de Comunicação da AXIA Energia. 

 

A AXIA vai doar 15 mil mudas e 1 milhão de sementes de espécies nativas brasileiras, que serão destinadas pelo Rock in Rio Brasil para programas de reflorestamento indicados pelo festival. A iniciativa representa a captura potencial de aproximadamente 428 mil toneladas de carbono da atmosfera, o que poderá contribuir para o reflorestamento de cerca de até 900 hectares, área equivalente a 900 campos de futebol.

 

As mudas e sementes são provenientes da Ilha de Germoplasma, que faz parte de ações previstas no licenciamento ambiental da Usina Hidrelétrica de Tucuruí, no Pará. Com 129 hectares a ilha abriga cerca de 100 mil árvores de 220 espécies nativas e funciona como um laboratório natural de conservação florestal, com alto valor ambiental e relevância econômica. Entre as espécies doadas — como Muiracatiara, Mogno, Pau-Brasil, Jatobá, Pau-Preto, Morototó e Paricá —, todas nativas do bioma para o qual serão doadas, quatro mil são essenciais na fabricação de instrumentos musicais, reforçando a conexão entre biodiversidade e cultura. A seleção das espécies teve como critério a correlação como bioma das áreas que receberão a doação. 

 

A maior parte da compensação, estimada em 43.672 toneladas de CO₂, será realizada por meio de créditos de carbono oriundos da geração de energia renovável da Usina Hidrelétrica Teles Pires, localizada entre Pará e Mato Grosso. O projeto é registrado na Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) e alinhado ao Protocolo de Quioto, garantindo credibilidade internacional e conformidade com padrões globais de mitigação climática. 

 

Para neutralizar o consumo de energia elétrica do evento, a AXIA emitirá cerca de 4 mil Certificados de Energia Renovável (RECFY), equivalentes a 4 mil MWh. Cada certificado assegura que a energia consumida tem origem em fontes renováveis. A tecnologia RECFY utiliza blockchain para registrar os atributos ambientais da energia, garantindo rastreabilidade e transparência. 

 

Com a iniciativa, AXIA Energia e Rock in Rio estabelecem um novo marco para o setor de entretenimento global, demonstrando que é possível combinar escala, experiência e responsabilidade ambiental. A proposta reforça o papel dos grandes eventos como agentes de transformação, capazes de mobilizar pessoas e impulsionar soluções concretas para o enfrentamento das mudanças climáticas.

Cidade do Rock chega repleta de novidades em 2026

 

Além dos artistas, o festival chega com novas marcantes. Para Ana Biavaschi, diretora de Rock Creators, a Cidade do Rock foi concebida para surpreender o público em cada detalhe. "Cada espaço do Rock in Rio foi pensado para contar uma história. Muito além dos shows, queremos que o público viva uma experiência completa, descobrindo novos lugares, registrando momentos especiais e se deixando surpreender ao longo do caminho. Desde o momento em que atravessa os portões até o último show da noite, cada detalhe que compõe o festival foi desenhado para despertar emoção."

 

Neste ano, o Palco Mundo ganha uma cenografia totalmente inédita e, pela primeira vez, toda sua estrutura frontal será revestida por 2.400 m² de painéis de LED de altíssima definição, transformando o espaço em um único e imenso painel visual. A maior pista de dança da Cidade do Rock, o New Dance Order também retorna em 2026 com uma cenografia totalmente nova, com 56,50 metros de largura e 22,5 metros de altura, reforçando sua presença monumental no festival. O palco amplia ainda mais a experiência do público, enquanto os 502m² de painéis de LED são um dos grandes destaques do projeto visual, criando uma atmosfera imersiva que integra música, luz e movimento. 

 

Na gastronomia, a Gourmet Square contará com uma curadoria assinada pelo chef Pedro Siqueira, reconhecido entre os 100 melhores pizzaiolos do mundo pelo The Best Pizza Awards 2025, que também levará a gastronomia do Sìsì em um dos restaurantes do espaço. Já na Área Vip, a experiência gastronômica exclusiva é assinada pela chef Heaven Delhaye by GSH, que estará pela primeira vez à frente da gastronomia do espaço. Heaven comanda restaurantes como Chez Heaven Bistrot, D’Heaven, Heaven Cucina e Nonna per Heaven.

 

Outro destaque é o retorno do espetáculo aéreo The Flight, um dos momentos mais pedidos pelo público e que volta após apresentações históricas no festival – prometendo ainda mais emoção com manobras acrobáticas sincronizadas, trilha sonora especial e 756 disparos de fogos diurnos. Neste ano, a Babilônia Feira Hype retorna ao Rock in Rio para celebrar 30 anos de história desde sua primeira edição. Nesta edição, o espaço ganha uma nova localização, próximo ao palco New Dance Order, em uma estrutura projetada pelo arquiteto João Uchôa. Ao todo, serão 20 tendas que, durante os sete dias de festival, receberão 60 expositores, com curadoria de marcas realizada pelo Instituto Brasileiro de Cultura, Moda e Design (Inbracultmode). Além das tendas, o público também poderá aproveitar uma programação com DJs convidados e uma instalação de arte urbana, ampliando a experiência do espaço e fazendo da Feira parte do percurso criativo do festival. 

 

O Rock in Rio, em parceria com a LightWire, anunciou um espetáculo grandioso que emocionou o mundo e que agora ocupa uma arena na Cidade do Rock para envolver toda a plateia: o ECCO. A atração é mais um dos projetos da Fábrica de Sonhos do Rock in Rio – a engrenagem criativa que, desde a primeira edição, se reinventa para surpreender o público com experiências que vão muito além da música e transformam ideias em momentos inesquecíveis para milhões de pessoas. A LightWire fará sua estreia no festival e vai transformar a apresentação em uma experiência sensorial inédita para o público. O projeto nasce como uma jornada imersiva em 360°, em que luz, som, tecnologia, corpo, aromas e natureza se fundem para criar uma narrativa profunda e envolvente. Na Cidade do Rock, o espetáculo chega inspirado na ideia de que a floresta é a verdadeira origem do som, propondo uma reflexão sobre as vibrações primordiais do planeta – vento, água, raízes e fogo – e sobre a forma como o ser humano transforma essas vibrações em música, arte e emoção. Combinando bailarinos, coreografias precisas, trilha sonora original com tecnologia surround, projeções mapeadas, holografia, áudio imersivo e figurinos tecnológicos em LED e fibra ótica – que se destacam pelo uso do PixelWear, com mais de 1.500 pixels de LED controlados individualmente, e do NewDress, que utiliza 1.000 metros de fibra óptica iluminados por LED –, cada uma das cinco apresentações diárias no festival terá 20 minutos de duração e uma capacidade para 1.000 pessoas dentro do espaço.

 

Venda geral de ingressos está aberta  

 

Os fãs podem acessar a venda geral de ingressos, de forma exclusivamente online, por meio da plataforma Ticketmaster Brasil: 

Link


O ingresso de gramado custa R$ 870 a inteira, R$ 435 a meia-entrada e R$ 739,50 para clientes Itaú, e não há cobrança de taxa de serviço. Já os ingressos para o Comfort Zone – nova modalidade de ingresso de gramado do Rock in Rio que permite que o público que adquirir acesse uma área exclusiva na lateral do Palco Mundo e que conta com bares e banheiros exclusivos – tem o valor de R$ 1.950 (inteira), R$ 975 (meia-entrada) e R$ 1.657,50 para clientes Itaú, com 15% de desconto. 

 

O pagamento pode ser efetuado com cartões de crédito ou PIX. Clientes que efetuarem o pagamento com os cartões de créditos emitidos pelo Itaú Unibanco Holding S.A. têm 15% de desconto na compra de ingressos (não cumulativos com a meia-entrada) e poderão parcelar sua compra em até 8x sem juros. Nos demais cartões aceitos, o pagamento pode ser feito em até 6x sem juros. Exceção para cartões internacionais que não possuem parcelamento. Para pagamento com PIX, basta utilizar o QR Code apresentado na tela final do processo de compra e realizar o pagamento. O prazo para efetuar a compra são 10 minutos após a geração do código para pagamento. Os ingressos estarão garantidos e disponíveis apenas após a confirmação do pagamento. 

 

Na venda de ingressos do Rock in Rio para o público em geral, os clientes podem comprar até 4 (quatro) ingressos por dia, podendo combinar ingressos de Gramado e Comfort Zone, com limite de até 1 meia-entrada por setor. Exclusivamente, Pessoas com deficiência poderão selecionar, além do seu ingresso, 01 ingresso meia-entrada adicional para o seu acompanhante para cada dia comprado. Respeitando o limite de no máximo 04 ingressos por dia de festival em seu CPF. 

 

Nas catracas, haverá checagem de documento que comprove o benefício de meia-entrada nas entradas do festival. Em caso de não comprovação, o usuário do ingresso poderá complementar o pagamento do ingresso ou card em seu valor integral nos pontos de atendimento para meia-entrada (SAC meia-entrada). Os grupos que têm direito ao benefício são: Estudantes, menores de 21 anos, maiores de 60 anos, deficientes e seu acompanhante, profissionais e professores da rede de ensino do Rio de Janeiro, jovens de baixa renda e garis da Companhia Municipal de Limpeza Urbana. 

 

Para evitar filas, a organização indica que o documento esteja em mãos ao se dirigir até a catraca. Saiba qual documento é indispensável para cada categoria: 

 

- Maiores de 60 anos com Documento de identidade oficial com foto; 

 

- Estudantes de ensino fundamental, médio ou superior da rede pública ou particular: Carteira de Identificação Estudantil (CIE), emitida pela ANPG, UNE, Ubes, entidades estaduais e municipais, Diretórios Centrais dos Estudantes, Centros e Diretórios Acadêmicos, conforme modelo único nacionalmente padronizado. Os elementos indispensáveis da CIE são: nome completo e data de nascimento do estudante; foto recente do estudante; nome da instituição de ensino na qual o estudante esteja matriculado; grau de escolaridade; e data de validade até́ o dia 31 de março do ano subsequente ao de sua expedição. Não serão aceitos em nenhuma hipótese boleto bancário ou comprovante de mensalidade; 

 

- Jovens pertencentes a famílias de Baixa Renda (com idades de 15 a 29 anos): Carteira de Identidade Jovem, emitida pela Secretaria Nacional de Juventude a partir de 31 de março de 2016, acompanhada de documento de identidade oficial com foto; 

 

- Pessoas com Deficiência (e um acompanhante): Documento de identidade oficial com foto e Cartão de Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social da Pessoa com Deficiência ou documento emitido pelo Instituto Nacional do Seguro Social - INSS que ateste a aposentadoria de acordo com os critérios estabelecidos na Lei Complementar no 142, de 8 de maio de 2013 ou laudo médico atestando a deficiência com o número da CID; 

 

- Professores das Redes Públicas Estadual e Municipais de Ensino de São Paulo: Professores, Diretores, Coordenadores pedagógicos, Supervisores e Titulares de cargos do quadro de apoio das escolas das redes públicas estadual e municipais de ensino de São Paulo – Apresentação da carteira funcional emitida pela Secretaria da Educação ou pela apresentação do holerite do servidor (comprovante de pagamento do salário); 

 

- Aposentados: Comprovação da condição de aposentado mediante a apresentação de documento hábil (exemplo: apresentação de documento de identidade oficial com foto e/ou cartão de benefício do INSS que comprove a condição). 

Sobre o Rock in Rio  

 

1985 marca a primeira edição do evento idealizado por Roberto Medina e que hoje, 41 anos depois, é considerado o maior festival de música e entretenimento do mundo – o Rock in Rio. A história do evento se entrelaça com a do entretenimento no Brasil, sendo responsável por colocar o país na rota dos eventos internacionais, já que pela primeira vez, um país da América do Sul sediou um evento musical dessa magnitude. Em uma área de 250 mil m2, em Jacarepaguá, durante dez dias, 1 milhão e 380 mil pessoas foram iluminadas pela primeira vez e começaram a fazer parte do grande espetáculo. No palco – o maior do mundo na época, com 80m de boca de cena – 15 atrações nacionais e 16 internacionais. Originalmente organizado no Rio de Janeiro, o festival ganhou o mundo chegando a Lisboa (Portugal), onde é realizado até hoje, passando por Madrid (Espanha) e Las Vegas (USA). 

 

Desde a primeira edição, já gerou mais de 297,6 mil empregos diretos e indiretos e, apenas na última, em 2024, um impacto econômico de R$ 2.9 bilhões na cidade do Rio de Janeiro. Em 2022, o Rock in Rio foi considerado patrimônio cultural imaterial do estado do Rio de Janeiro. Pelas Cidades do Rock, desde 1985, já passaram mais de 12.3 milhões de visitantes, que assistiram a mais de 4.667 artistas em 141 dias de magia. Dentre os números gigantes do festival, mais de 146 milhões de pessoas alcançadas pelas comunicações nas redes sociais na edição que celebrou os 40 anos do Rock in Rio. 

 

Gerando impactos positivos nos países onde é realizado e consciente do poder disseminador da marca, o Rock in Rio pauta-se por ser um evento com o propósito de construir um mundo melhor para pessoas mais felizes, confiantes e empáticas num planeta mais saudável. Adotando e incentivando práticas que apoiam o coletivo, se une a empresas que possuem este mesmo olhar e diretriz. O festival investiu, junto com seus parceiros, mais de R$ 118 milhões em diferentes projetos, passando por temas como sustentabilidade, educação, música, florestas, entre outros. Apenas na Amazônia, mais de 4 milhões de árvores foram plantadas. A marca foi pioneira em ter a certificação ISO 20121 – Eventos Sustentáveis, é neutra em carbono desde 2006 e, em 2022, começou a trabalhar ambiciosas metas para 2030, alinhadas com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). 

 

Das 24 edições, dez ocorreram no Brasil (1985, 1991, 2001, 2011, 2013, 2015, 2017, 2019, 2022 e 2024), dez em Portugal (2004, 2006, 2008, 2010, 2012, 2014, 2016, 2018, 2022 e 2024), três na Espanha (2008, 2010 e 2012) e uma nos Estados Unidos (2015). 


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