Kerry King entra em estúdio em abril para gravar segundo álbum solo

Guitarrista do Slayer já trabalha em novo material e planeja turnê para 2027

Foto: Jim Louvau

Conteúdo adaptado do original via Blabbermouth


O guitarrista do Slayer, Kerry King, iniciará em abril de 2026 as gravações de seu segundo álbum solo, sucessor de From Hell I Rise (2024). O novo trabalho dá continuidade à fase recente do músico fora da banda que o consagrou.


De acordo com informações recentes, King já possui material suficiente para o próximo disco e vinha trabalhando no desenvolvimento das composições e letras ao longo dos últimos meses .


“Já temos músicas suficientes. Comecei a escrever letras e mandei algumas para o Mark. Ele gostou bastante do que ouviu.”


A formação da banda segue com nomes conhecidos do metal, incluindo Mark Osegueda (Death Angel) nos vocais, Phil Demmel (Machine Head, Vio-Lence) na guitarra, Kyle Sanders (Hellyeah) no baixo e Paul Bostaph (Slayer) na bateria.

A expectativa é de que o novo álbum mantenha a linha estabelecida no debut solo, sem mudanças radicais na direção musical.


“A ideia é continuar a partir do que fizemos no primeiro disco e ver como as próximas músicas se desenvolvem.”


Lançado em 2024, From Hell I Rise marcou o início oficial da carreira solo de King após o encerramento das atividades do Slayer, consolidando uma sonoridade alinhada ao thrash metal que definiu sua trajetória. O músico realizou ainda uma extensa divulgação do material pelo Brasil, que culminou ainda em sua participação na edição de 2025 do Bangers Open Air.


Formado no início dos anos 1980, o Slayer se tornou um dos pilares do thrash metal mundial, ao lado de Metallica, Megadeth e Anthrax, influenciando gerações com álbuns como Reign in Blood e Seasons in the Abyss. Após o fim da banda, King manteve sua atuação ativa no cenário com seu projeto solo.


Além das gravações, já há planos para uma nova turnê em 2027, que deve acompanhar o lançamento do próximo álbum e expandir a agenda de shows do projeto. E seguindo a própria fala do músico em seu tempo no Brasil, estaremos na rota de colisão.